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Paula,
ha, que saudade que tenho desta mulher maravilhosa que, por algum tempo
inundou minha alma e meu corpo de sensações indescritíveis
de tesão, magia e prazer!
Em abril de 95, fui visitar um amigo num bairro nobre de Curitiba. Ao
chegar no loca, o porteiro me informou que ele havia saído; porem,
não demoraria a retornar e, se desejasse, poderia espera-lo. Então,
sentei num sofá, peguei a revista Incrível e comecei a folhear.
Foi aí que ela entrou pela porta da frente, com passos largos,
olhar ativo, inclinou o corpo para o lado e me cumprimentou com os olhos,
como quem diz "oi", e seguiu em direção ao elevador.
Por alguns segundos, fiquei lembrando e curtindo aquele corpo quase escondido
por uma blusa que resistia em deixar os seios sentirem o vento. A saia
deixava ver uma parte das coxas e permitia que a imaginação
se encarregasse de desvendar o maravilhoso bumbum durinho e arrebitado.
Foi estonteante a primeira impressão que tive de Paula.
Perguntei tudo ao porteiro e descobri que aquela deusa tinha 38 anos,
era divorciada e chegava todos os dias naquele horário.
Passaram-se dois dias e voltei ao edifício no mesmo horário.
Tive muita sorte. Neste dia, o porteiro teve que ajudar uma moradora com
algum problema no apartamento e eu fiquei cuidando da portaria. Foi quando
Paula apareceu na porta e ficou do lado de fora. Fez alguns sinais e descobri
que estava sem a chave. Abri a porta e ela ficou agradecida, dissipando
o ar ativo da primeira vez. Nossa conversa se prolongou por uns vinte
minutos, até que o porteiro voltasse. Animada, perguntou se não
gostaria de continuar a conversa no apartamento dela. Ao subirmos, me
ofereceu um uísque e pediu licença para tomar um banho,
para aliviar a tensão do trabalho. Disse que estava tudo bem e
que ela ficasse à vontade, pois eu não tinha outros compromissos.
O meu amigo que esperasse....
Paula voltou do banho vestindo uma camiseta se sutiã, que deixava
entrevar os biquinhos eretos e não escondia o umbigo sexy. Usava
um short curto e tive a impressão que por baixo dele havia uma
minúscula tanguinha protegendo a região do prazer. Trazia
nas mãos um vinho guardado para uma ocasião especial. 'Vamos
brindar a nossa amizade ', anunciou. À medida que a bebida ia fazendo
efeito, Paula ficava mais relaxada, contando intimidades, reclamando do
egoísmo do ex-marido e da carência sentimental que sentia.
Pegou em minhas mãos e pediu um abraço. Aí pude sentir
o calor do corpo dela, roçar meu tórax nos seios, respirar
o perfume... Que vontade de não soltá-la mais! O abraço
foi um início de um beijo tímido, os lábios se tocando,
desejosos, ofegantes para se tornar um beijo quente. Lábios, saliva,
cheio de volúpia selvagem, uma tentativa desesperada de um querer
sugar o outro. 'Faz amor comigo, me faz sentir mulher, gozar, enlouquecer',
suplicava.
Nossos corpos foram escorregando para o carpete, as bocas se procurando.
Deitei Paula e fui beijando o pescoço, lambendo. 'Continua, não
pára!', dizia, enquanto sentia os braços dela me apertando,
o corpo estremecendo. Tamanha era a necessidade e a excitação
que ela teve o primeiro orgasmo ali mesmo.
Sem dar tempo para que ela se recuperasse, já estava tirando a
camiseta, escorregando sobre os biquinhos dos seios. Estava nua da cintura
para cima e pude apreciar aqueles lindos peitos rígidos. Beijei
os olhos de Paula, o rosto, roçando os lábios naquela boquinha.
Fui circulando a língua em volta, até chegar nos biquinhos
excitadíssimos. Toquei a pontinha com a língua molhada para
cima e para baixo, até não suportar mais e abocanha-los.
'O que está fazendo comigo? Assim me mata de prazer, mas não
pára. Continua que eu estou gozando', pedia.
O tremor do corpo de Paula foi maior ainda, mais enlouquecedor, um orgasmo
louco e devastador. Mas tinha muito ainda pra rolar. Esperei alguns segundos
e desci as mãos até o quadril, abaixando o shortinho. Agora,
restava só a tanguinha preta cobrindo os pelinhos e a gruta molhada.
Não tinha pressa. Enfiei a ponta da língua no umbigo, beijei
a barriga, as coxas e a virilha, antes de cheirar a tanguinha. Que cheiro
maravilhoso vinha dali! Virei Paula de costas, beijei a nuca, o pescoço
e deslizei a língua até a bunda durinha, com a tanga enfiada
no reguinho. Lambi os dedos de Paula, um a um, enquanto abaixava a tanguinha.
Respirei fundo e fui explorando lentamente o reguinho com a língua.
Abri a bundinha com as mãos, deixando o rabinho totalment exposto
para que fosse lambido vorazmente. Chupei, mordi e suguei aquele cuzinho,
que piscava de tesão. Nervosa, Paula arrebitava o burrão
ainda mais. Quando ela estava prestes a gozar, parei e a virei de frente.
A bocetinha, quase pelos, estava toda melada, escorrendo pelos lábios
grossos e o grelinho saliente.
O cheiro que emanava daquela gruta me deixou mais louco. A língua
subia e descia na rachinha, alternando o ritual com pequenas mordidas.
Detive a boca no grelinho e chupei como se fosse uma uva madura. Ao mesmo
tempo, penetrava a boceta com o dedo, num entra e sai que a deixava alucinada.
Nem imagino quantos orgasmos Paula teve enquanto a chupava.
Paula sussurrou que, a partir daquele momento, retribui tudo que havia
lhe proporcionado. Tirou minha roupa, ao mesmo tempo em que lambia o meu
pescoço e o peito, insinuando a língua sobre meus mamilos.
Paula não me beijou, ela simplesmente devorou minha boca. Arriou
minha cueca com os dentes e meu pau latejava de tão rígido.
Paula foi colocando meu cacete lentamente na boca, iniciando a melhor
mamada d minha vida. Lambeu minhas bolas, sugando-as e brincando com os
pelinhos. Começou uma chupeta na cabecinha, ora chupando totalmente,
ora lambendo lentamente, que tortura! Começou o vai e vem com todo
o cacete na boca e não suportei. Dei um urro, o corpo estremeceu
e inundei a boca de Paula, que não disperdiçou nenhuma gota
e continuou me chupando. Depois ela o limpou com lambidas leves.
Com um olhar sapeca ela se levantou esperando um abraço caloroso.
Passamos a noite inteira juntos e trepamos de todas as maneiras possíveis.
Explorei novamente a boca de Paula com o cacete e experimentei a sensação
de penetrar naquela bocetinha de mil maneiras. Como premio, ganhei algo
magnífico: o rabinho apetitoso. Foi uma noite completa e outras
se repetiram. Infelizmente, Paula teve que trabalhar em outra cidade e
nunca mais nos vimos.
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