MEUS CABAÇOS PARA O PADRASTRO

Sou filha única de pais separados e minha mãe é casada pela segunda vez. Meu nome é Talita, tenho 18 anos e o fato que vou lhes narrar, aconteceu quando tinha 15 anos. Tenho 1,68 altura sou loira natural, olhos azuis claros, corpo com as linhas bem harmoniosas, seios grandes , duros e empinados, bumbum carnudo, muito apetitoso, coxas grossas e firmes, enfim me considero uma garota muito gostosa, sem modéstia.
Minha mãe casou-se naquela época com o Carlos, meu padrasto, cara jovem com 35 anos, formavam um belo par. Sentia a princípio muito ciúmes pois viviam no maior love e onde quer que estavam não davam a mínima para quem estivesse ao seu lado. Certa noite, como sempre acontecia estavam fazendo um estardalhaço no quarto que acabei acordando e fiquei escutando o papo que rolava e eles estavam na maior orgia. Pude observar pelo vão da porta que Carlos chupava deliciosamente a boceta de minha mãe que é raspada por inteiro e sua língua preenchia toda a racha em movimentos lentos e contínuos levando minha mãe ao delírio, depois ela começou a chupar o cacete dele gulosamente e era um pau de fazer qualquer mulher reverenciar pelo tamanho, grossura, veias saltadas, cabeça roxa, brilhante, enfim todo o conjunto maravilhoso que ela engolia freneticamente o quanto podia e aquela cena me deixou com ódio no primeiro momento, curiosa, enciumada e muito tesuda, molhada, transtornada. Queria matar os dois e ao mesmo tempo estar no lugar de minha mãe. Teve muita fodeção e os dois gozaram aos escândalos não se preocupando com nada e com muito gemido e gritinhos. Dei bandeira com um suspiro e voltei correndo para meu quarto deitei rapidamente e minha mãe foi olhar o que sucedia porém fingi dormir e a farra continuou madrugada a dentro e eu como era virgem de tudo e nunca tinha conhecido e ou sentido sensações que minha mãe estava demonstrando, fiquei sonhando com a possibilidade de estar passando por aqueles momentos fazendo carícias em minha bocetinha até adormecer.
Dia seguinte os três no café tudo normal Carlos, todos os dias levava-nos sendo eu para a escola e minha mãe para o trabalho e fomos batendo papo e dava para perceber que estavam satisfeitos, a foda tinha sido boa. Disse para minha mãe que tinha só duas aulas e que sairia as nove. Tudo bem. Ao término da aula, para minha surpresa, Carlos me esperava e disse que tinha ido visitar um cliente próximo dali e aproveitou para dar-me uma carona pois lembrou que eu tinha dito a hora de saída. Achei estranho mas gostei. No caminho de casa, perguntou-me se havia ouvido alguma coisa de seu quarto, se eu tinha levantado a noite como que tivesse me visto observando-os. Disse-lhe que tinha levantado para beber água e ouvido um gemidos, risadas e que tinha até olhado pela fresta da porta mas que estava tudo escuro e dava a impressão que estavam namorando. Chegamos e pensei que ia me deixar na porta de casa mas entrou na garagem e subiu comigo dizendo ter que pegar uns papéis sei lá o que. Eu estava ainda de uniforme de escola aquele de saia azul marinho e curtinha liguei a televisão, e deitei no sofá toda relaxada, pernas abertas. Carlos circulou por ali várias vezes e numa delas passou alisando o pau que parecia duro. Aquela cena me despertou e comecei a lembrar da noite anterior e mil e uma coisas vieram em minha mente, seu cacete, a língua a boceta raspada de minha mãe. Tudo isso me excitou, coloquei a mão entre as pernas e comecei a apertar e a alisar minha boceta fiquei molhadíssima . Numa das passadas pela sala aproximou-se de mim e passou a mão em meus cabelos e perguntou que eu tinha pois estava estranha, ele já tinha percebido minha excitação e procurou mostrar-me o enorme volume de seu pau que estava mais duro e solto dentro da calça. Resolvi ir para o quarto, disfarcei falando tchau e com a voz trêmula e nervosa disse-lhe que ia tomar um banho e tirar o uniforme, como que convidando-o para ir junto. Entrei no meu quarto e só encostei a porta propositadamente, tirei o uniforme, e fui peladinha para o banheiro com a idéia fixa de raspar minha virgem bocetinha igual estava a de minha mãe. Aparei os pelos maiores peguei xampu, fiz muita espuma e fui raspando tudo até ficar carequinha. Achei que tinha ficado estranha mas gostei pois o ato de raspar fez com que eu ficasse mais molhada do que estava e aquilo me deixou cheia de vontades até torcendo para ter o Carlos naquele momento. Após o banho eu comecei a passar creme no corpo quando a porta de meu quarto abriu, levei um susto, era Carlos que entrava atrevidamente em meu quarto somente de roupão, sem nada por baixo com o pau em riste perguntando sobre seu aparelho de barbear e ao me ver nuazinha ficou descontrolado, atônito, meio sem voz, porem arrancou o roupão, foi ao meu encontro eu não reagi fiquei pregada no chão, sem voz, ele não se acanhou e me abraçou e eu senti seu quente e duro pau entre minha pernas beijou minha boca com tesão, meus peitos eu relaxei e retribui, me deitou na cama e começou a me dar um banho de língua alucinante, pedi que me chupasse como fez com minha mãe na noite anterior. Fui para as nuvens e gozei compulsivamente Carlos degustava o líquido que saia de minha buceta. Ele me ofereceu seu maravilhoso pau que pudesse me deliciar seguindo os movimento da mamãe e fui chupando até que antes de ele gozar tirei da boca e encheu meu rosto, minha mãos, peitos de porra viscosa e quente. Era tudo novidade para mim. Mandou eu chupar o que sobrou e eu apesar do nojo obedeci e fiquei lambendo e depois chupando, chupando e em poucos minutos eu estava com o pau dele durinho durinho em minha boca. Carlos me chupava gulosamente, colocou minhas pernas em seus ombros deixando minha boceta escancarada, abriu o lábios com os dedos e forçou até o hímen e sentiu que realmente eu era cabaço mas ficou acariciando, enfiou a língua toda na minha bocetinha, peguei seu pau que estava um aço e fizemos um belo 69 e fiquei entregue ao destino. Carlos perguntou se eu queria sentir toda aquela rola dentro, eu disse que sim que ele podia fazer-me mulher, arrombar-me estrupar-me que eu era toda dele e sem perguntar outra vez, abriu os lábios, colocou a cabeça daquela maravilhosa rola na entrada de minha bocetinha e foi empurrando vagarosamente cada centímetro que parecia uma brasa me invadindo rompendo minhas entranhas provocando dor e prazer ao mesmo tempo, queria gritar, choramingava e ao mesmo tempo movimentava meus quadris acompanhando o vai e vem levando me ao gozo extremo. Carlos meteu muito minha bocetinha com movimentos ora lentos ora rápidos, ora violentos metendo aquela deliciosa rola com maestria em minha descabaçada boceta que a cada estocada eu pedia mais, mais e mais e quando estava prestes a gozar acelerou os movimentos e disse que queria gozar na minha boca, concordei novamente e ele enfiou o cacetão com rapidez sufocando-me e quase me afogando pois saiu um jato forte de porra que não desperdicei nada daquela maravilha, chupei, lambi e degustei freneticamente. Que maravilha deliciosa. Ficamos largados na cama que estava manchada de gozo e muito sangue de meu extinto cabaço. Adormeci e acordei com ele me chupando novamente e reiniciamos mais uma seção que durou até uma três horas da tarde. Metemos demais mesmo, tanto que não conseguia sequer levantar da cama de tanto cansaço e também super dolorida com tanta rola que levei naquele delicioso dia de minha iniciação sexual. Quando minha mãe e ele chegaram do trabalho notaram que eu estava deitada, ela ficou preocupada, disse que estava abatida com olheiras, cara de cansada, disse-lhe que estava com dores no corpo todo que parecia que tinha levado uma surra de pau, talvez uma gripe, Carlos deu uma piscada e um sorrizinho, disfarçou e saiu e eu fiquei curtindo e rememorando os momentos maravilhosos e inesquecíveis que passamos.
Depois daquele dia, meu padrasto virou meu comedor-mor e passamos tardes fervorosas de muita meteção Carlos atolava sua linda rola com vigor em minha bocetinha que ele fazia questão de raspar sempre que os pêlos cresciam um pouco mantendo-a sempre lisinha. Ele ainda arrombou meu cuzinho numa dessas seções e foi o privilegiado em comer mãe e descabaçar a filha em todos os buracos por um longo tempo.

Talita
S.Paulo-SP
Set/2001

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