MINHA PRINCESA MINHA PAIXÃO

Conheci uma gatinha que chamaremos de Nicoly, que na época tinha 17 anos, morena clara, bronzeada de praia, 1,70 altura, olhos esverdeados, cabelos lisos e compridos, seios avantajados, rostinho lindo, uma tetéia de menina. Eu estava a trabalho participando de uma Convenção e ela atuando como modelo em um outro estande. Fiquei fascinado por ela e a cada olhar que trocávamos, fazia gestos com os lábios como quem, queria comê-la ali mesmo. Notava que enrubescia e procurava disfarçar o olhar mas não deixava de manifestar interesse pois não tirava os olhos de mim. Foi uma paixão a primeira vista e procurei investir naquela gatinha pois estava sendo desejada por muitos gaviões que farejavam a carne nova. Tinha todos os requisitos de cabacinho, pura , ingênua, era uma tentação.
No final do dia, incetivado pela paixão, criei coragem e fui em seu estande ela fez questão de me atender momento em que não vacilei e procurei acertar para levá-la para casa ou coisa assim. Disse-me que concordaria mas teria que levar uma colega sua também que morava próximo a sua casa. Concordei e adorei e mais meia hora estávamos em meu carro seguindo para o centro da cidade, deixei a tal colega e fui em direção a sua casa que para minha surpresa era bem longe dali pois praticamente retornamos todo o trajeto e foi bom porque deu para nos conhecermos melhor, propus um jantar e ela não concordou pois não tinha avisado em casa e poderia ficar para o dia seguinte já que a convenção seria a semana toda e teríamos bastante tempo.
Pegamos certa intimidade mas tudo estava no maior respeito a coisa começou com dificuldades pois pegar na maõzinha estava complicado e era com eu havia imaginado, um cabacinho dos mais puros. Mas continuei a investir pois achava que alguma coisa poderia render e no dia seguinte fomos jantar em um restaurante por ela escolhido pois não sabia nada da cidade e queria conhecer seus hábitos. Jantamos em um local excelente, romântico, tomamos um aperitivo, eu um whisky e ela um martini doce e durante o jantar um vinho e em dado momento ela já dizia que estava ficando tonta porém bebemos mais um pouco e a conversa ficou sensivelmente liberada.
Após o jantar fomos em direção a praia para respirarmos um ar fresco e ficamos conversando dentro do carro mesmo na orla e havia muitas pessoas fazendo a mesma coisa. Já segurava em suas mãos e de leve como quem não quer nada, punha os dedos em suas coxas, conversando, eventualmente alisando sem compromissos. Um beijo na mão, uma mordida nos dedinhos, um beijinho no rosto, uma bicoca na boca e a coisa foi lentamente acontecendo, demos uma volta pela calçada e antes de entrarmos ficamos encostados no carro e foi quando consegui dar-lhe uns belos amassos, sentindo a rigidez de seus seios, coxas quentes e ao mesmo tempo fazê-la conhecer mesmo que superficialmente o volume de meu pau que estava fora da cueca para maior avaliação de minha princesa que apesar de ter dito ser virgem por completo, não mostrou resistência naqueles momentos de embriaguez total em que nos curtíamos. Já era tarde levei-a para sua casa e fiquei com os testículos doendo de tanto roça, roça, bati uma deliciosa punheta em homenagem aquela deusa e sabia que no dia seguinte teríamos mais uma seção e com certeza evoluções nos acontecimentos. Ela gostava do que estava acontecendo e eu muito mais.
Confesso que fiquei ansioso apesar dos meus 28 anos, até o momento de ir buscá-la para mais um dia de Convenção e ela estava uma teteinha no terceiro dia provocando suspiros múltiplos dos homens tanto pela graça, o sorriso, a covinha, a beleza bem como pelo tesãozinho e o perfume que dela exalava.
Novamente fomos jantar e já estávamos mais íntimos. Tomamos outros aperitivos, vinho enfim tudo aquilo da noite anterior, exceção que após o jantar procuramos um lugar um pouco menos movimentado na orla e foi possível nos conhecermos melhor. Ela realmente era de uma ingenuidade a toda a prova e gostou dos beijos e carinhos que estávamos trocando, línguas trançadas, beijos molhados, liberou passadas de mãos e lentamente cheguei em seus peitos que eram redondos e firmes, bicos empinados, delicados e clarinhos querendo furar sua blusa pois não usava soutien. Seu cheiro de virgem me deixava alucinado a cada momento e investia mais agressivamente sugando-lhe os peitos, alisando barriguinha suas lindas e também duras coxas, joelhos onde ela mais arrepiava, insisti no ato e subia primeiro meus dedos nas coxas até próximo de sua bucetinha e em movimentos espertos, deslizava sem querer (querendo) os dedos naquela grutinha e ela respondia com carinhos extremamente delicados. Deitei em seu colo e beijei suas coxas, ele arrepiou na hora, comecei a beijar e beijar, apertava minha cabeça em seu triângulo do amor e ela respondia com carinhos, delicadamente procurou minha boca, quando trocamos um beijo apaixonado, foi o mais longo que nossa curta historia poderia naquele momento contar. Ficamos em extremo êxtase, peguei sua mão e coloquei sobre meu pau e ela foi solícita, segurando e alisando, levantei seu vestidinho, toquei delicada e maravilhosamente na sua bucetinha que estava totalmente encharcada, enfiei os dedos pelo lado da calcinha, chegando finalmente aos pelos ralos e macios e achando sua molhada rachinha pude alcançar seu grelinho acariciando-o, olhei para seu rosto e vi uma fêmea entregue aos prazeres da carne, gemia baixinho, fazia com que ela respondesse com tesão ao apertar mais e mais meu pau que em pouco tempo acabei por livrá-lo da calça saltando para receber aquela carinhosa punheta que ela me proporcionava, enquanto eu bolinava sua bucetinha super molhada até que ela começou a tremer, tremer e deixou sair uma enxurrada de gozo quente e cheiroso e com um movimento rápido, afastei a calcinha e caí de língua naquela racha maravilhosa sendo brindado com aquele licor que degustei deliciosamente. Pedi que beijasse meu pau e no êxtase ela começou a beijar, lamber e chupar com desejo até que percebendo que ia gozar segurou a cabeça fazendo a porra escorrer entre seus dedos. Foi maravilhosa a nossa primeira sacanagem. Nos despedimos alucinadamente apaixonados clamando a chegada do outro dia, não dando vontade de separação.
Dia seguinte seguimos nosso ritual de trabalho e havia uma expectativa imensa de o que iria rolar a noite. Fomos a um barzinho muito especial em meio a umas árvores bastante discreto e a sós no escurinho sequer demos o segundo gole nos aperitivos pedidos e ficamos nos engolindo mutuamente em longos beijos, abraços. Já tínhamos intimidade para troca de carinhos mais audaciosos e em pouco tempo eu já bolinava sua bucetinha e ela meu pau. A essa altura meu pau já estava para fora da calça solto para facilitar as suas ações e comecei a tirar atrevidamente sua calcinha molhadíssima, comecei chupar e sugar aquela bucetinha, cheirosinha, deliciosamente e meu amorzinho urrava delirantemente a cada investida que dava, quando percebi que ela estava totalmente entregue aos meus desejos, era um convite para ser possuída, ajustamos as posições de forma com que ela ficasse sentada em meu colo e ai pudemos sentir o calor de nossos sexos se roçando vorazmente, ela super molhada e eu com o pau que era um aço. Levantei ela um pouquinho com muito cuidado e carinho e deixei meu pau estacionar dentro de sua rachinha provocando gozos múltiplos em Nicoly, que estava definitivamente entregue. Em seguida coloquei a cabeça na portinha de sua bucetinha e mandei ela ir descendo bem lentamente para que meu pau fosse invadindo suas entranhas rompendo assim aquele maravilhoso cabacinho. Nicoly, sentiu dor e recuou, deixou entrar a cabeça e mais um pedacinho e não permitiu que fosse deflorada naquelas condições, continuamos uma brincadeira alucinada ela gozou demais e eu que não agüentava mais, em movimentos fortes jorrei porra em suas coxas, deixando-a toda lambuzada com meu mel. Foi uma noite em que gozamos magistralmente sem no entanto eu ter tirado seu delicado cabacinho e nossas trocas de carinho e paixão foi brindada novamente com outros deliciosos beijos que duravam uma eternidade, com muito calor e desejos.
No caminho de sua casa, comentávamos nossas atitudes, desejos, virgindade enfim tudo que se relacionava com nossos momentos e concluímos que poderíamos na noite seguinte irmos para um motel. Sugeri avisar em casa que iria no jantar de encerramento e dormiria na casa da amiga, liberando assim nosso tempo. O dia parecia não acabar e minha expectativa era imensa. Nicoly, saiu da convenção mais deliciosa que nas outras noites, parecia estar no cio, decidida a enfrentar todas as situações que estavam por vir todo o seu conjunto era harmonioso, um vestidinho preto solto mostrando o par de coxas grossas e bronzeadas um decote generoso e provocante que ocultava seus lindos seios, os cabelos estavam parte presos e parte tipo rabo de cavalo, que combinava com seu rosto delicado e lindo, resumindo, estava uma delicia que meu pau já latejava de tesão e eu ansioso para possuir toda aquele bibelô. Chegamos no motel, nos beijamos longamente, pedi um champanhe e ficamos trocando caricias. Soltei seus cabelos, abaixei as alças de seu vestido ficando a mostra aqueles lindos seios que suguei ardorosamente, mordiscando um biquinho e o outro enquanto ela gemia de tesão, desci mais um pouco o vestidinho e minha paixão ficou somente de calcinha preta pequena lindinha, rendada (disse-me que era primeiro uso e especialmente para aquele momento) e eu beijei com ardor sua rachinha, ainda por cima das rendas e já percebia o quanto ela estava excitada. Ela procedeu da mesma forma tirou minha camisa e começou a me beijar a partir de meu peito e foi descendo até o umbigo quando também desabotoou, tirou minha calça depois minha cueca e me deixou pelado e com o pau em riste. Tomamos champanhe primeiro nas taças, brindando o nosso amor e depois tirei delicadamente sua calcinha e peladinha contemplei a perfeição que estava diante de meus olhos, pele bronzeada e a marca do biquíni mostrando a alvidez de sua pele. Era um contraste maravilhoso me motivando a chupar sua bucetinha fazendo cascata de champanhe e bebendo as delicias que dela jorrava. Nicoly, por sua vez molhava meu pau na taça e desgustava champanhe e o pau desmanchando-se de prazer. Comecei depois a chupá-la, minha língua desvendava cada milímetro de seu corpo, seu perfume me embriagava, estava louco de paixão e tesão e chupava sua deliciosa e virgem bucetinha enfiando a língua na rachinha de baixo até alcançar o clítores em movimentos firmes arrancando gemidos extremos daquela maravilha, ela pegou meu pau num momento rápido estávamos nos consumindo em um delicioso 69 chupava tentando engolir o que podia vorazmente, selvagemente eu retribuía sendo que me brindava com as delicias de gozo que saiam de sua molhada bucetinha. Estávamos no ápice de nossos desejos e Nicoly, tremia compulsivamente a cada gozo e já implorava minha penetração e com calma abri suas pernas, separei os lábios de sua bucetinha, enfiei minha língua quase que até o hímen como que saudando-o, amaciando-o e preparando-o para ser rompido, chupando, beijando, brindando, depois coloquei meu pau na portinha e fui pressionando lentamente, penetrando deliciosamente aquela gruta do amor que ia fundindo em meu mastro a cada centímetro que entrava. Nicoly, gemia alucinadamente, choramingava, dizia que estava doendo, pedia para tirar, para enfiar mais e mais, gemia, ai, dói, põe mais, chorava, pedia mais e mais, mandava enfiar tudo, não tira, me rasga inteira, me arromba, tira, não, põe mais e mais deliciosamente mais até que todo os meus 18 centímetros estavam por completo naquela maravilhosa bucetinha quente e justa, gostosa que meu pau recebia. Movimentamos lentamente nossos corpos com um vai e vem ritmado contundente e minha princesa gemia, tremia, gozava compulsivamente pois pude sentir o calor de seu gozo e vê-lo escorrendo bucetinha afora. Ficamos um bom tempo metendo gostoso e nossos movimentos foram aumentando a cada estocada até que pressentindo que estava para gozar, aumentei meus movimentos, metendo forte e num ritmo acelerado dilacerando sua bucetinha e dizendo que ia gozar, ela pedia mais e mais, mexia seus quadris, forçava sua bucetinha como querendo não desperdiçar um milímetro sequer de meu pau em seu interior, gritava quero mais e mais, mete, mete, mete, humm, mete, até que gozei de uma forma descomunal, inundando totalmente sua deliciosa e descabaçada bucetinha. Que maravilha os momentos que passamos naquela noite, olhava para a o lençol, manchado de sangue, estava satisfeito e orgulhoso de ter abatido aquela princesa deitada quase que desfalecida na cama, linda, gostosa, o cheiro de sexo no quarto era extremamente delicioso, aquelas lindas pernas abertas como que pedindo mais, ficou de bruços e pude contemplar sua bundinha carnuda, arrebitada bem modelada com dobrinhas, fingia ser uma gatinha e rosnava, gemia, fazia beicinho, me provocava sussurrava meu nome e me convidava para mais sexo, meu pau começava a acordar novamente e reiniciamos carinhos, beijos e chupações. Eu não acreditava, parecia miragem e como foi bom eu ter sido contemplado com tamanha delicia, uma jóia feita a mão que pude consumir do primeiro beijo a múltiplos gozos. Naquela noite, ainda metemos mais duas vezes e quando acordamos já era dia. Tomamos um delicioso banho na banheira, e Nicoly, insaciável pediu que eu gozasse em sua boca pois queria sentir o gosto de minha porra. Chupou freneticamente meu pau e se deliciou até eu despejar jatos fortes inundando sua linda e quente boquinha. Ela engoliu tudo recolheu e lambeu os dedos do resto que derramou em seus seios e rosto. Um comportamento alucinante.
Por mais 3 dias fiquei na cidade e no ultimo ficamos no motel o dia inteiro e nossos desejos se completaram novamente metemos muito, muito mesmo e minha princesa ficou literalmente arrombada cansada de tanto pau naquela bucetinha. Novamente estava de bruços e contemplava sua maravilhosa bundinha. Comecei a beijá-la a morder suas nádegas, abracei-a de costas beijando-lhe a nuca e acariciando com uma mão seus peitos e com a outra sua bucetinha. Meu pau a essa altura já estava agasalhado no rego de sua bundinha, roçando a racha da bucetinha. Nos envolvemos em uma troca de caricias novamente sem precedentes, e Nicoly, não ficava muito tempo sem despejar seu néctar. Muito molhada e preparada enfiei meu pau novamente em sua bucetinha, e metemos gostosamente. Naquele altura eu demorava muito mais para um gozo se comparado com a primeira punheta em sua homenagem e por isso suávamos bastante, metia-se muito e muito, realmente Nicoly, estava com a bucetinha sensível e entre gozos múltiplos, dei uma cutucadinha em seu cuzinho e ela de pronto negou mas fui acariciando, beijei, enfiei a língua o que deu fiz um cunete fazendo-a delirar de tesão enfiei um dedo fiz massagem delicadamente, para lacerar um pouco, mordia suas costas, ela foi relaxando, ajeitei ela na posição cachorrinho, abrindo as pernas e novamente apontei no buraquinho, forcei ela aceitou, dizia doer demais porém deixou que a penetração continuasse e lentamente fui enfiando, degustando aquele quente e maravilhoso buraquinho. Nicoly, gritava demais, gemia ao extremo, pedia mais, mais pau, dizia para eu foder seu cuzinho com vontade que estava doendo mais era uma sensação maravilhosa até que minhas bolas já batiam em suas carnudas nádegas e ela empurrava para receber tudo dentro se si. Bombeei muito aquele buraquinho enquanto punhetava seu grelinho, Nicoly, gozava e chorava ao mesmo tempo fazendo um estardalhaço no quarto que parecia que estava sendo sacrificada (até que estava mesmo) e em ritmo alucinante gozei também aos berros dentro de minha princesa que ficou estatelada na cama recuperando-se da dor e prazer.
Saímos do motel desnorteados, Nicoly disse-me que não conseguia sequer andar de dor, ardidos e fraqueza de tanto que metemos. Estávamos realmente com um ar de prejudicados com olheiras profundas porém era visível nossa satisfação por termos gozado tanto. Eu estava realizado pois em uma semana tirei dois deliciosos cabaços de uma linda e preciosa princesa e Nicoly, satisfeita pela iniciação sexual que lhe proporcionei e como disse, fez curso intensivo de sexo, tendo experimentado em tão pouco tempo tudo o que existe na disciplina e somando muitos 18 centímetros que entraram em seus buraquinhos deixando-a experientemente rodada para gozar muito mais.
Voltei para minha cidade no domingo e trocamos telefonemas de vez em quando com a esperança de voltarmos a nos ver a saciarmos nossa sede de amor. Foi maravilhoso ter Nicoly, e o prazer que dividimos naquela semana.

J.Renato/São Paulo

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