Quem fere com chifre, com chifre acabará ferido!

By Kátia Ramos – ramos_katia@hotmail.com — ICQ 162167967

— Até quando vai agüentar isso, menina?
— Acho que para sempre Da. Mercedes!
— Já te disse e volto a repetir para que deixe de ser boba e pague o meu filho na mesma moeda, mas fazer o que se você não me dá ouvidos?
— Dar ouvidos eu dou, mas o que posso fazer se me falta coragem?
— Não querendo ser piegas nem repetitiva repito que a coragem e a arte de subjugar o medo aos nossos interesses.
Mais uma vez esse dialogo foi motivado pelo sempre incorrigível Junior, pois se em solteiro já chifrava Eliza a torto e a direito, depois que se casaram não só continuou a chifrá-la como aumentou ainda mais a freqüência de suas escapadas sempre usando alguma desculpa e mesmo que elas fossem a mais esfarrapadas, Eliza as acaba engolindo e assim foi até o dia em que Junior mais uma vez usou a desculpa de que iria até de Juca buscar um programa de computador, mas como Junior tinha o péssimo costume de disparar a desculpas a esmo ele se esqueceu de 2 dias antes tinha combinado com mesmo Juca que esse fosse até sua casa fazer alguns reparos no computador e por isso já que uma moto parou em frente à casa de Eliza essa se virou para a mãe de Junior perguntando:
— Será que é quem estou pensando que é?
— Pelo barulho do moto não há menor duvida que sim.
Já que a prudência determinava que ela esperasse baterem à porta Elizagela esperou Juca bater palmas por duas vezes para só depois disso atender e assim que se debruçou no alpendre a temida, mas á esperada verdade surgiu:
— Cadê o chefe?
À vontade de Eliza era de dizer que Junior tinha ido até a casa dele, mas os olhares que Juca lançava sobre seus seios grandes mal contidos pela camiseta decotada que ela usava e quase lançados para fora dela pela posição que ela propositadamente adotara a levou Eliza a dizer:
— É uma pena! Mas, ele acabou de sair.
— Sabe se ele irá demorar?
— Já que como sempre ele nunca diz aonde vai e que foi fazer certamente ele só voltará para depois da meia noite ou mais, mas se disser o que o traz até aqui talvez eu possa ajudá-lo?
Já que o “ajudá-lo” foi seguido dum pressionar dos seios pelos braços que quase expuseram os mamilos grandes e rosados de Eliza, Juca se aproximou um pouco mais e disse:
— É que anteontem ele me pediu que viesse dar uma olhada no computador dele que está meio problemático, mas já que ele não está não me importarei em voltar depois.
— Bom! Já que é assim por que não entra e vê o que pode fazer?
— Se não for nenhum incomodo...
— Imagine! Será até um prazer evitar que perca a viajem.
Juca entrou pelo portão da garagem e subiu os poucos degraus até o alpendre onde Eliza o esperava e a seguiu até o quarto do casal onde ficava o computador e assim que Juca ligou o e se sentou Eliza pediu licença:
— Com licença que vou passar um café fresco!
À vontade de Juca era dizer que não precisava, mas antes que pudesse dizer isso Eliza se afastou e assim passou por Mercedes que assistia TV na sala essa a segui até a cozinha onde aproveitou para puxar assunto dizendo:
— Aí! Menina. É assim que se faz.
— Você tem certeza de que seu trair o Junior ele deixará de me trair?
— Não! Mas, verá o quanto é bom se sentir vingada.
— E se o Junior desconfiar de alguma coisa?
— Pode ficar fria que mesmo que ele tenha certeza absoluta ele nuca dirá ou insinuará nada sequer, pois o orgulho machista o impedirá disso e caso ele venha a ele venha a criar algum problema eu estarei aqui para afirmar e assegurar que tudo não passa de imaginação dele.
— Mas, e a Mirian?
— Deixe comigo que cuido dela!
Mercedes se foi para a sala onde Mirian se encontrava e já que o quarto dava diretamente na sala ela olhou para Juca, picou e chamou neta dizendo:
— Venha! Mirian. Vamos tomar sorvete.
A sogra e a filha se foram e isso deixou Eliza muito mais tranqüila e segura do que iria fazer colocou café numa xícara e foi ter com Juca e ao entrar no quarto trancou a porta e se aproximando bem de Juca entregou lhe a xícara de café e ele após tomá-la num só gole colocou a xícara na mesa do computador e em seguida puxou o decote da blusa de Eliza para baixo expondo lhe os seios para em seguida dizer:
— Depois dum café tão delicioso nada melhor que um leite ainda mais saboroso!
Isso fez Eliza colocar as mãos nos quadris para com isso empinar o peito como que oferecendo seus seios a Juca que sem demora aceitou o oferecimento passando a lamber, beijar, sugar os mamilos grandes, rosados e bicudos de Eliza que gemia baixinho enquanto sentia o tesão fluir em suas veias como a muito não sentia e então Juca a puxou para mais perto de si e sem deixar de sugar e beijar os seios foi fazendo o short e logo em seguida a calcinha que Eliza usava e essa por sua vez se abaixou e ao livrar o caralho de Juca das calças não pode deixar de exclamar:
— Nossa! É realmente estupendo.
E em seguido envolveu o caralho de Juca com os seios passando a realizar uma saborosa e deliciosa espanhola entremeada de beijos e chupadas no caralho de Juca até seu maxilar começar a doer e então ela se levantou e se deitando de costas arqueou as pernas oferecendo sua boceta ao descomunal invasor, só que Juca em lugar de penetrar Eliza como ela esperava se curvou sobre ela passando a retribuir a caricia que recebera dela e mais uma vez Eliza foi às nuvens gozando as delicias de algo que a muito não fazia e ai sim chegou a vez dela experimentar a tora de Juca, pois ele foi subindo a boca pelo corpo de Eliza até chegar aos seios e enquanto os chupava mais uma vez com uma das mãos foi encaminhado seu caralho pela boceta sequiosa à dentro fazendo Eliza gemer mais, rebolar e gozar e a cada gozo alcançado ela ia dando mais e mais razão à sogra, pois a cada um ela se sentia mais vingada das traições e mentiras sofridas e então quando sua Eliza estava perto da exaustão Juca se afastou e se ajoelhou sobre a cama indicando a ela que chegara a hora de mudarem de posição e que ela deveria ficar de quatro.
Assim que Eliza fez o que Juca pretendia que ela fizesse, ele voltou a fazer sua tora deslizar pela boceta dela à dentro para em seguida passar a foder Eliza com muito mais força e velocidade o que sem duvida a fez gozar até se sentir vingada por completo e isso o fez se lembrar da pior das traições que Junior lhe fizera ao trepar com um veado e já que não queria deixar escapar uma sequer, Eliza decidiu dar a Juca o que até então nunca dera a Junior e por isso pegou o frasco de creme de sobre o criado mudo e o entregou a Juca pedindo:
— Coma o meu cú!
Mais que depressa Juca pegou o frasco de creme e depôs uma boa quantidade sobre as pregas do cuzinho de Eliza para logo em seguida tirar o caralho de dentro da boceta dela e passar espalhar uma grossa camada do creme em seu caralho e fazendo isso ele veio a perceber o quanto aquele creme era escorregadio comentou com ela:
— Meus parabéns! Vocês souberam escolher um creme mais que adequado para isso.
— Engano seu, pois o Junior nunca me fodeu o cú.
— Está me dizendo que essa sua bundinha deliciosa ainda é virgem?
— Não! Apenas que nunca deixei o Junior fodê-la. Mas, mesmo assim vá devagar com isso senão me arrebentará ao meio.
Assim que Eliza fez aquele alerta Juca encostou a enorme cabeça do seu caralho e começou forçar caminho pelo cú dela dentro e já que ela ao entrar causou tal dor em Eliza que ela não se contendo quase gritou:
— Ai! Meu cú. Como isso dói!
Isso fez Juca suster a penetração e perguntar:
— Quer que eu tire?
— Não! Apenas pare um pouco para eu me acostumar.
Juca parou e Eliza passou a mover os quadris primeiro em movimentos circulares e em seguida para frente e para trás só parado quando seus corpos se tocaram e Juca surpreso com toda aquela perícia inesperada não se conteve:
— Caramba! Quem tem ensinou a fazer o soube fazer muito bem.
— Foi meu padrinho quem me ensinou a fazer desse jeito quanto me enrabou pela primeira vez.
— E o cacete dele também era grande?
— Nem tanto! Mas, se minha bunda ainda é bem pequena imagine o tamanho que ela tinha quando eu estava com 13 anos e deduzirá que ele não precisaria ter um caralho dos grandes para quase rachar ao meio.
Isso fez Juca olhar a para aquela bunda pequena e arrebitada que fazia sues 25x4,5cm de caralho sumir e reaparecer quase por milagre e como isso fez a curiosidade por saber o que motivara Eliza a não permitir que Junior a enrabasse vir a tona ele perguntou:
— Por que nunca deixou Junior comer essa coisinha deliciosa?
— Porque já no inicio do nosso namoro ele fez a pior das traições que um homem pode fazer com uma mulher que é trepar com um veado.
Já que Juca sabia que isso só se igualava à traição feita por uma mulher transando com outra ele se calou e passando a mão por baixo do corpo de Eliza a pegou pelos seios e a foi puxando para trás até ela ficar como que sentada em seu colo para em seguida pedira a ela:
— Vai! Mexe essa bundinha gostosa que te quero encher de porra.
Atendo ao pedido, Eliza passou a rebolar e remexer e a medida que fazia isso o tesão já forte que sentia foi aumentando tanto que ela temendo desmaiar liberou o orgasmos que foi tão profundo e intenso que ela sentindo os sentidos a abandonarem foi se deixando tombar para frente no que foi acompanhado por Juca que após se acomodar sobre ela passou a beijar lhe a nuca e as costas só saindo de dentro e de sobre Eliza quando essa demonstrou estar profundamente adormecida.
Tão logo deu a foda por terminada Juca se vestiu e rapidamente acertou o que tinha que acertar no computador de Junior e logo em seguida deu um beijo em cada lado da bundinha arrebitada de Eliza e saiu e mal ele passou por Mercedes que conversava com algumas amigas na esquina essa esperou apenas o tempo necessário para não despertar suspeitas e voltou para casa certa de que a nora finalmente tinha feito a coisa certa e por isso assim que entrou em casa levou Mirian para o quarto dela e foi ver como Eliza estava e já que essa dormia profundamente ela foi fazer o mesmo.
Como sempre que saía caçando puta, Junior só chegou em casa quase de madrugada e dessa assim que entrou no quarto e deduziu pelo que viu que Juca ali estivera e que em lugar de só concertar o computador tinha lhe aprontado o que a muito ele merecia e isso o fez balançar a cabeça e sair do quarto murmurando:
— É! Quem me mandou dar bobeira. Pois, o que aqui se faz aqui um dia se paga.
E entrando no banheiro tomou seu costumeiro banho de antes de dormir e ao voltar ao quarto se deitou ao lado de Eliza tão aliviado por saber que ela finalmente se encorajara em fazer o que outra teria feito a muito mais tempo que em lugar de ficar procurando alguma justificativa plausível para a hora que chegara em casa simplesmente virou para seu lado preferido e mergulhou num dos sonos mais profundo que se lembrava de ter tido desde que se casara.
A manhã seguinte não tardou em vir e assim que acordou Eliza foi direto para o banheiro tomar banho e de tão aliviada e tranqüila que estava se pôs a cantarolar e por isso quando saiu do banheiro e foi ter com Mercedes na cozinha essa se aproveitando que Junior ainda dormia perguntou a nora:
— Viu só como eu estava certa ao assegurar que a vingança é sublime?
— Não me resta a menor duvida que sim e por isso muito obrigado pela força que você me deu.
— Que nada! As sogras também são para essas coisas, mas agora acho acordar o Junior senão ele acabará perdendo a hora.
— Mas, não acha que ainda é cedo?
— Vá por mim senão acabará sendo tarde!
Eliza foi acordar o marido com o coração apertado pelo temor de que ele tinha percebido alguma, mas assim que o acordou ele em lugar de perguntar ou insinuar qualquer coisa a puxou para a cama passando a despi la e acariciá-la para em seguida passarem um a devorar o outro sexualmente ela mais uma vez teve que admitir que sua sogra sabia das coisas e da arte de acertar as contas com o marido.
A conseqüência disso foi que Junior passou a ficar mais tempo em casa, mas isso foi só por pouco tempo, pois novamente ele começou a dar suas desculpas para sair durante a noite e já que Eliza estava preparada para isso quando ele dizia que ia até a casa de Juca essa telefonava para Juca e ao constatar que Junior nem ao menos passara por lá o convidava para sua casa e com isso ela se vingava das escapadas de Junior sem o saber que ele fazia aquilo de sã consciência para com isso darem outra daquelas fodas deliciosas muito parecidas com a do dia seguinte à primeira vez que Eliza trepara com Juca.

Fim

Voltar