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O
fato aqui narrado aconteceu em janeiro deste ano, mas só agora
resolvi contar o ocorrido. Meu marido e eu gostamos muito de curtir a
noite, e como moramos em São Paulo, o que não falta são
opções. Tudo aconteceu quando voltávamos de uma boite,
devia ser umas 2hs da madrugada, e abrimos o portão eletrônico
da garagem de nossa casa, e entramos.
Quando saltamos do carro, fomos abordados por 3 homens usando um tipo
de touca, e estavam os três de preto, e logo nos subjugaram dizendo
tratar-se de um assalto e que não reagíssemos pois estavam
armados.
Um era enorme e pude ver pelas suas mãos tratar-se de um negro,
e os outros não pude reparar pois agarraram o meu marido e o fizeram
abrir a porta da casa e logo todos estávamos na nossa sala. Amarraram
o meu marido em uma cadeira e taparam sua boca com um pano de prato, e
foi quando o maior tirou a touca e vi que realmente ele era negro, e logo
foi dizendo que aquela noite eu seria dele, e senti um medo enorme pois
alem de ser enorme, talvez 1,95m, tinha mãos também surpreendentemente
grandes. Ele era assustador!
E disse para eu não me preocupar pois eu iria gozar muito, e então
pedi para não me machucar, pois tenho 1.65m tipo mignom e eu sumia
a seu lado, mas, não adiantou o meu pedido pois ele logo começou
a rasgar o meu vestido(novo) e num piscar de olhos eu estava só
de calcinha, pois não costumo usar soutian. Ouvi o outro, um mulato
também forte porem mais baixo que o negro chamá-lo e disse:
- Paulão arrombe essa puta, mostre o tamanho da sua pica para ela!
E o Paulão rindo começou a tirar a calça e logo botou
a piroca para fora, e fiquei muito assustada pois nunca tinha visto nada
igual, era quase da grossura de um punho de um homem e enorme!
Ele ordenou que eu a chupasse e empurrou minha cabeça em direção
a ela que logo estava na minha boca, que mal cabia devido a grossura e
ele começou a meter na minha boca como se estivesse fodendo e não
demorou muito para ele dizer que ia gozar e jorrou um jato de porra na
minha boca e era tanta que escorria pelos cantos. Após o gozo achei
que ele ia se acalmar, mas logo ele disse, agora putinha, vou arrombar
você e começou a se punhetar e logo a enorme piroca estava
dura e ele então arrancou minha calcinha e me mandou deitar no
chão que eu iria sentir a pica dele toda na minha buceta, e de
fato colocou a enorme cabeça na entrada da minha boceta e começou
a forçar, mas ele não estava conseguindo enfiar a pica e
deu um grito com o outro:
- Marcos, me traga algo para lubrificar minha pica, qualquer coisa!
E o outro foi até a cozinha e veio com um pouco de azeite numa
colher e deu para o Paulão que logo lambuzou na pica e na minha
boceta e desta vez senti que a pica começou a entrar e parecia
que eu estava perdendo o cabaço, pela segunda vez, de tanto que
ardia e aí ele disse agora minha puta, vou de foder de verdade,
e enfiou com vontade e senti aquela pica encostar no meu útero,
e ele começou a meter com ritmo porém com força,
e me xingava e foi quando ouvi o terceiro homem que estava vigiando o
meu marido no quarto gritar para os dois que iria trazer o maridão
para ver sua esposa se bem fudida, e trouxe o meu marido e colocou-o em
uma cadeira de modo que podia assistir a toda a cena.
Eu não sabia o que fazer pois o negro me fodia cada vez com mais
força e gritava, preste bem atenção seu corno, pois
vou abrir bem essa buceta para você. E continuava a meter e de repente
ele disse para eu passar as pernas pela cintura dele e se levantou comigo
encaixada nele e continuou a me foder em pé até que disse:
- Prenda bem as pernas puta que vou gozar e senti a pica aumentando de
volume e a latejar, e senti que ele estava gozando. Gozou tanto que saia
porra pela xoxota e escorria pela minha bunda e caia no tapete.
Então vejo a minha frente o Marcos nu e reparei que também
tinha uma piroca bem grossa, embora não tão grande como
a de Paulão, e compreendi que continuaria a ser fodida e não
deu outra. Paulão retirou a pica e disse:
- Aproveita irmão que essa putinha é um fodão!
E Marcos sentou numa cadeira e disse senta na minha pica vagabunda e obedeci,
e logo ele com ajuda da porra de Paulão enfiou a pica na minha
boceta e me mandou ficar cavalgando até que de repente ele se levantou
e me prendeu a ele como Paulão havia feito e fomos até o
sofá e ele deitou-se de costas e logo notei que Paulão vinha
na nossa direção e logo entendi que iria ser duplamente
penetrada.
O terceiro homem, André veio até nós e tirou a roupa
e começou a tocar uma punheta, e logo o seu pau estava bem duro.
Este era louro, também forte e também tinha uma piroca bem
avantajada e com uma cabeça avermelhada enorme. Eu estava morrendo
de medo pois não iria agüentar a piroca de Paulão no
meu rabo e a de Marcos na boceta ao mesmo tempo e pedi para ser um de
cada vez, e Marcos riu e começou a retirar a pica e logo senti
Paulão vindo por trás e começando a tentar penetrar
no meu cú que já estava lambuzado de azeite e porra que
havia escorrido pela minha bunda e começou a forçar a cabeça
da piroca até que comecei a sentir uma pressão enorme e
a cabeça começou a entrar.
Como não tinha jeito, resolvi abrir um pouco o cú e então
comecei a ser invadida pela enorme pica de Paulão.
O meu cú ardia e achei que ele realmente iria me arrombar, e então
senti a pressão aliviar, pois ele retirara um pouco a pica mas
logo colocou de novo e desta vez pegou-me pela cintura e disse minha putinha,
vou te enrabar como você nunca foi enrrabada, e enfiou até
o fim e me agarrou de uma tal forma que eu estava totalmente colada nele
e ele metia com vontade, pois retirava a pica até quase sair e
novamente colocava até o fim. A sensação era indescritível,
mas eu estava excitada, com medo, nervosa, ali sendo enrabada sem pena
e foi quando Marcos disse, minha putinha bonita, agora que você
já esta aberta vamos todos compartilhar da foda e como eu continuava
em cima dele logo estava com uma pica no cú e prestes a ter outra
na buceta, e não demorou a pica de Marcos a começar a entrar
e foi entrando e logo me sentia toda preenchida, com o Paulão agarrado
a mim com a pica no meu cú e Marcos me beijando e chupando.
André continuava a tocar punheta e disse que ia gozar, e queria
gozar na minha cara e veio em minha direção e gozou jatos
de porra no meu cabelo, rosto e me lambuzou toda. Marcos e Paulão
estavam entrando num frenesi e logo senti que gozariam e o primeiro foi
Paulão e quando ele gozou, senti sua pica ficar enorme e latejava
como nunca imaginei que pudesse. Acho que ele não trepava há
muito tempo a julgar pela quantidade de porra que saia, e logo Marcos
também gozou.
Eu estava com a buceta e o cú ardendo, e senti que quando Paulão
tirou a piroca do meu cú sentia ele aberto e a minha buceta também.
Eu morria de pena de meu marido pois ele estava sentado com os olhos arregalados
porem sem nada poder fazer.
Eu estava completamente sem forças para fazer nada e foi quando
Paulão mandou que eu tirasse a calça do meu marido e o chupasse.
Logo obedeci e não demorou apesar do clima de medo para que ele
ficasse de pau duro, e continuei chupando até que Paulão
me mandou parar e mandou que eu sentasse de frente para ele e colocasse
a pica dele na minha buceta e ficamos nesta posição até
que notei que novamente Paulão se aproximava de mim e o que eu
temia aconteceu.
Ele estava de pau duro e começava a meter no meu cuzinho, desta
vez não demorou a se alojar todo dentro de mim, e fiquei, com a
pica de Paulão enterrada no cú e a de meu marido na buceta
até gozarmos, e mais uma vez Paulão me xingava de puta gostosa
e dizia que estava adorando me comer junto do meu marido e então
senti que meu marido ia gozar, e logo estava enchendo minha buceta de
porra, e Paulão notando disse
-: Viu cara, como sou legal?
- Aposto que voce nunca tinha feito dupla foda.
E caiu na risada e continuou a me foder até que senti o pau de
meu marido amolecer e sair da minha buceta, mas continuei com o Paulão
no meu cú por um bom tempo até ele gozar bastante e me xingando
sempre.
Achei que a orgia tinha acabado, pois Paulão disse para eu ir tomar
banho mas mandou André junto para me vigiar. Tomei um banho bem
caprichado, tratando de me lavar bem e tentando relaxar, me vesti e voltei
para a sala a mando de André.
Meu marido continuava sentado e Paulão permitiu que ele fosse ao
banheiro, porém acompanhado de Marcos.
Quando voltei para a sala tive a permissão de Paulão para
me sentar no sofá e relaxei. Descansamos por quase uma hora, e
eles foram a cozinha comeram, beberam e quando voltaram Paulão
olhou-me, se abaixou e cochichou ao meu ouvido:
- Minha putinha querida você está muito perfumada, acho que
é para mim, e por isso quero fuder voçe de novo e dizendo
isso, me agarrou pelos cabelos e me fez abaixar até encostar meu
rosto naquela piroca que novamente estava enorme!
E desta vez bateu-me com ela no rosto por varias vezes e disse que queria
me ouvir dizer a implorar que ele comesse meu cú, e assim o fiz
e logo ele estava todo atochado em mim. Só que desta vez ele me
enrabava bem devagar e cochichava no meu ouvido, que eu seria sempre dele,
a tempo e hora, e que ele agora era meu senhor, e continuou a me foder
bem lentamente até que gozou e novamente encheu o meu cú
de porra, e começou e retirar a pica ainda dura e me mandou ficar
olhando para ela até ela amolecer e pude novamente reparar como
era grossa e enorme.
Não sei como agüentei essa surra de pica. Paulão me
fode no mínimo duas vezes por mês sem meu marido saber, e
em todas as posições e de todos os jeitos, mas noto que
o maior tesão que ele sete e na minha bunda, pois me enraba no
mínimo duas vezes todas as vezes que trepamos e acho que estou
até me acostumando com a sua enorme piroca.
Meu marido nem sonha com esta relação, e já esqueceu
o ocorrido, ou pelo menos diz que sim.
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