| Como
contava... conheci Juliana em Angra, num feriado. Depois de ter comido
o cuzinho daquela ninfetinha, queria, assim como ela, descabaçar
aquela bocetinha que estava sedenta por pica.
No sábado ficamos juntos, namoramos mesmo. Muitos beijos e amassos,
muitas carícias e belas sacanagens que fizemos em meu quarto. Aproveitávamos
enquanto os outros partiam para o shopping, para saciar nossa sede de
sexo. Ela me chupou muito, gozei demais naquela boquinha e comi umas 3
vezes aquela bundinha, que parecia estar viciada em pica. Por várias
vezes ela me fez gozar sobre ela e esparramar porra em seu corpo. Gostava
de ver eu me masturbando e despejando, em jatos, meu leite em sua cara,
em seus peitinhos e na sua bundinha. Eu me melava de seus sucos e bebia
naquela bocetinha que jorrava, em gozos sucessivos, seu mel de prazer.
Mas eu queria uma situação nova, algo que fosse diferente
para nós dois. No dia seguinte, pela manhã, chamei o marinheiro
e solicitei que ligasse o barco. Telefonei para o celular de Juliana e
disse estar pronto para sair. A gatinha reclamou do horário, mas
queria colocar minha fantasia em prática. Zarpamos e fui olhando
as ilhas e praias. Me detive numa pequena enseada, numa das pequenas ilhas
que compõem a bacia de Angra e pedi para parar. Levei Juliana para
praia e mandei que o marinheiro retornasse para casa e viesse nos buscar
mais tarde.
Ela estava linda, seu corpo exalava um perfume enlouquecedor, usava um
biquíni branco que exaltava suas formas morenas. Começamos
a vasculhar aquele local. Observando toda a natureza que nos rodeava.
Nos sentamos na areia da pequena praia e ficamos ali, nos acariciando
e nos beijando. Eu apertava aquele corpo contra o meu e sentia sua respiração
forte. Desamarrei o laço da parte de cima de seu biquíni
e pude ver aquele par de peitinhos rígidos, com biquinhos túrgidos,
com a marca do sol do dia anterior. Comecei a beijá-los e a morder
, lambendo cada um deles e afundando minha boca, quase que engolindo aquelas
lindezinhas. A cada sugada forte que dava em seus peitinhos, Juliana gemia
baixo, revirando seu pescoço para trás. Por sua vez, acariciava
meu pau, apertando por cima da sunga, passando a mão em meu saco.
Eu continuava a mamar naqueles peitinhos, quando ela me afastou. Disse-me:
quero que me chupe. Tirou a parte de baixo do biquíni. Eu continuava
deitado na areia, com a pica já saindo por cima da sunga,vendo
aquela deusa nua, totalmente despida, na minha frente. Observando seu
corpo e sua coxas .
Ela veio e se ajoelhou sobre meu rosto. Pude ver sua bocetinha se abrindo
e seu cuzinho se contraindo. Passei a ponta do meu nariz em toda a extensão
daquela xoxotinha que já estava completamente meladinha. Lambi
e ela começou a fazer de minha língua seu instrumento de
prazer. Eu mantive a língua em pé e ela se esfregava e tentava
subir e descer, como se estivesse bailando numa bela piroca. Eu abria
mais seus lábios com minhas mãos e dava sugadas fortes em
sua rachinha de menina. Passava a língua no seu anelzinho e subia
dando pancadinhas em seu grelinho pontudo. Formava, com minha língua
um canudo, me afundando em sua vagina de virgem.
Juliana gozou umas 3 vezes, lambuzando meu rosto com seu suco. Arriou-se
de vez em minha cara, eu suguei seu grelinho, até que ela desfaleceu
num profundo gozo final, gemendo forte e relaxando o corpo sobre o meu.
Se virou de costas e tirou minha sunga. Beijou minhas coxas e minha cintura,
acariciou meu ventre e caiu de boca na minha pica. Enfiou até a
garganta. Lambia a glande e passava meu pau em seu rosto, punhetando vigorosamente.
Saiu de cima me mim e foi se deitar entra as minhas coxas. Chupava meu
saco e acariciava minha virilha, passando as unhas de leve na cabeça
da minha pica. Foi descendo e passou a lamber por debaixo do saco até
que deu uma linguada no meu cu.
Naquele momento achei estranho, mas queria aquela ninfeta e não
podia deixar de dar prazer a ela. Lambeu muito meu cu e passou a estocar
com a unha. No início não gostei, mas com aquele carinho
fui ficando com mais tesão ainda. Meu pau ia explodir, ela o punhetava,
enquanto me enfiava o dedo na bunda e acariciava meu saco. Eu gemia...
de dor e de prazer.... até que Juliana veio chupar forte meu pau
e eu gozei em sua boquinha, despejando jatos de porra que escorria pelo
canto de sua boca. Ela me abraçou e me beijou, sentindo meu próprio
compartilhado.
Ficamos ali, deitados, nos acariciando, até que ela levanto e foi
para água. Tive a visão daquela bundinha, com marquinha
de sol , andando para se banhar. Me levantei e fui atrás. Ficamos
ali brincado, nos abraçando e nos beijando por um bom tempo. Ela
me pegou pela mão e me levou novamente para areia. Bebemos alguma
coisa.... e ficamos deitados pegando sol, completamente nús.
Ela começou a acariciar meu ventre a a passar a mão no meu
pau e no meu saco...que foi enrijecendo novamente com as carícias
daquela ninfeta. Ela colocou meu pau na sua boquinha chupou, lambeu, mordiscou
a cabeça, acariciando meu saco e esfregando os dedos nas minhas
virilhas. Eu masturbava sua bocetinha, fazendo movimentos rotativos sobre
seu grelinho. Ela gemia baixinho e melava minha mão com sua excitação.Fui
acelerando os movimentos até que ela sentou na areia, abriu os
lábios de sua xoxotinha e com aquela cara de pidona e de safada,
me disse: bota !!!!
Eu me posicionei entre suas pernas arreganhadas e esfreguei a cabeça
da pica na entradinha, dei pequenas batidinhas sobre seu grelinho, esfregando-o
mais um pouco e deixando a gatinha louca. Enfiei um pouco e ela gemeu.
Fui saboreando cada milímetro que entrava naquela grutinha molhada
e super quente, eu nunca tinha visto nada igual. Percebi a resistência
de seu cabacinho e forcei. Ela gemeu alto, tirei o pau de sua bocetinha...
mas ela queria...Introduzi novamente e comecei a entrar e sair lentamente,
sem me aprofundar muito. Eu queria prolongar o máximo aquele momento.
Ela começou a ficar enlouquecida. Tentava a todo custo se afundar
no meu pau... até que permiti. Ela mesma trançou as pernas
por detrás de minhas costas e me chamou junto ao seu corpo. Eu
forcei e senti o rompimento do hímen, que se abriu e foi rasgado
pelo meu pau. Ela gritou, me mordeu o ombro com força e se agarrou
em mim fincando as unhas em minhas costas.
Fiquei parado, queria senti-la pulsar ao redor de minha pica, se acostumando
a ter uma piroca enterrada em sua bocetinha. Era quente, muito quente,
meu pau estava completamente envolvido por suas carnes. Aos poucos fui
tentando me movimentar dentro de Juliana... aos poucos, com muito carinho,
fui entrando e saindo daquela bocetinha, que pela primeira vez se sentia
recheada. Uma pressão enorme, era apertada demais. No entendo,
com muita calma, fui me movimentando, rodando meu quadril para dilatar
bem aquela xoxotinha em brasas. Fui acelerando meus movimentos e a gatinha
foi virando uma fera... gritava, urrava, me arranhava. Eu fiquei completamente
louco, nunca tinha sentido sensação igual... a chamava de
putinha, vagabunda. Dizia em seu ouvido que ela gostava de tomar pica
na boceta. Ela me mordia e me mandava fodê-la. Eu aumentava a força
das estocadas, conseguindo agora retirar completamente o pau de sua bocetinha
e me afunda de vez... Ela gritava muito... chorava, pedia que eu gozasse...
Eu tentei controlar o máximo. Só escutava o barulho das
profundas penetrações na ninfetinha.... som de carnes batendo....
nosso suor de misturava... eu pingava em cima dela e ela lambia meu peito,
saboreando o resultado do esforço para fodê-la.
Dei uma parada... ela gozava sucessivamente. Sentia meu pau muito melado,
sua boceta estava encharcada....Descansei um pouco, deixei a respiração
voltar um pouco ao normal,mantendo meu pau pulsando dentro dela. Beijei
a gatinha e chupei sua boca, sua cara...seu pescoço.. Apoiei os
braços de forma mais segura e resolvi bombar forte.... tirei e
coloquei meu pau de uma vez.... ela gritou... eu comecei e entrar e sair...
sem piedade. Fodendo, como um animal mesmo, aquela bocetinha que engolia
e mastigava meu pau.... estoquei umas 20 vezes, sentindo meu saco bater
no seu cuzinho... até que gozei como um louco, num gemido profundo.
Perdi completamente a visão e a impressão que me dava era
que o tempo parara.
Inundei aquela bocetinha de porra, que se misturava aos sucos de seu sexo
pela primeira vez invadido. Nunca tinha gozado dessa forma.... ainda permaneci
um bom tempo dentro dela, jorrando meus últimos jatos de gozo...e
beijando a boca da ninfetinha, que ganhava sua sexualidade naquele momento,
acarinhando aquela que tinha resolvido se dar por inteira para mim...
desvendando seus segredos e seus mais profundos desejos.
Depois desse dia, namoramos por quase 02 anos e fizemos as maiores sacanagens
da paróquia...ela ficou viciada em sexo e me levava a exaustão...exaustão
que, diga-se de passagem, EU ADORAVA.
|